Docilda

Aqui … com doçura, paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor… sabedoria, esperança, caridade e diferenças, saudades, liberdade, dúvidas e certezas, …entre amigos ou família… quem sabe outras crenças …dias de sol ou de chuva… sem frescuras… dividimos…”segredos”.

004 […] Mulheres 04/06/2009

olivia-wilde

“Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.
Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional e mulher que também sou:
trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado duas vezes por semana, decido o cardápio das refeições, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana  – e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.
Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe
apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável…
É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir…
Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente,  está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante”.

Martha Medeiros

 

{051} Árvore verde 07/03/2009

Árvore verde,
Meu pensamento
Em ti se perde.
Ver é dormir
Neste momento.

Que bom não ser
‘Stando acordado !
Também em mim enverdecer
Em folhas dado !

Tremulamente
Sentir no corpo
Brisa na alma !
Não ser quem sente,
Mas tem a calma.

Eu tinha um sonho
Que me encantava.
Se a manhã vinha,
Como eu a odiava !

Volvia a noite,
E o sonho a mim.
Era o meu lar,
Minha alma afim.

Depois perdi-o.
Lembro ? Quem dera !
Se eu nunca soube
O que ele era.

Fernando Pessoa

Poesias Inéditas 1915-1935

arvore-mulher-3

 

E porque hoje é sexta-feira… 26/02/2009

COISAS QUE SÓ UMA MULHER CONSEGUE:

01 – Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.
02 – Usar o poder de uma calça jeans para rediagramar a estrutura do corpo.
03 – Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade crise de nervos!
04 – Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada, mãe do marido.
05 – Lavar a calcinha no chuveiro. E depois pendurá-la na torneira, para horror do sexo masculino.
06 – Rasgar a meia na entrada da festa.
07 – Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo!
08 – Chorar no banheiro, e ficar se olhando no espelho para ver qual melhor ângulo.
09 – Achar que o seu relacionamento acabou, e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual. (Esta é perfeita!!!!)
10 – Nunca saber se é para dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha.
11 – Dizer não, para ele insistir bastante, e aí ter que dizer sim!

SÓ AS MULHERES ENTENDEM:

1 – Por que é bom ter cinco pares de sapatos pretos.
2 – A diferença entre creme, marfim, e bege claro.
3 – Achar o homem ideal é difícil, mas achar um bom cabeleireiro é praticamente impossível.

E O TÓPICO NÚMERO UM QUE SÓ AS MULHERES ENTENDEM:
1 – As outras mulheres!

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E porque hoje é domingo…. 21/09/2008

Filed under: Citações,Dia-a-dia,Inspiração,Mulher — docilda @ 10:51
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Coisas que só uma mulher consegue:

Passar a vida inteira, lutando contra o próprio cabelo.

Comprar uma blusa que não combina com mais nada, só porque estava em promoção.

Ser tratada feito idiota pelo mecânico na oficina.

Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.

O poder de uma calça jeans para radiografar a estrutura do corpo.

Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade e crise de nervos.

Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada e mãe do marido.

Assistir futebol só para fazer companhia a ele.

Lavar a calcinha no chuveiro e depois pendurá-la na torneira.

Escutar que mulher ao volante é perigo constante e homem ao lado é perigo dobrado.

Depilar a perna de 15 em 15 dias, com cera.

Rasgar a meia na entrada da festa.

Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo!

Chorar no banheiro se olhando no espelho pra ver qual o melhor ângulo.

Achar que seu relacionamento acabou e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual.

Nunca saber se é para dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha.

Ser chamada de tia por uns brotinhos bem gatinhos.

Colocar cinta para disfarçar a barriga.

Ficar completamente feliz porque ele ligou.

Dizer não, para ele insistir bastante e, aí, dizer sim!

Sorrir gentilmente para o cliente enquanto uma cólica louca engole você.